Viver o amor pelo prisma do outro.
Principalmente, sabendo, conhecendo, (de cor e salteado, como a palma da minha mão), que a interpretacão é exactamente a contrária da que seria suposto.
"Não facas aos outros o que não gostas que facam a ti", não implica, pelas regras do silogismo, "Faz aos outros aquilo que gostarias que tivessem feito a ti"... Uma vez chegou, é hora de provar que o contrário é pior. Por isso vou "fazer aquilo que não gostava que me tivessem feito", ou "não fazer aquilo que gostava que me tivessem feito". Esta inferência já está correcta. Sabendo, conhecendo, (de cor e salteado, como a palma da minha mão), que não é a que levará as secretas intencões a bom porto.
Desta vez a prova está aqui. Sabendo, conhecendo, (de cor e salteado, como a palma da minha mão), que pouco importa se elas existam: Nunca fui bom professor, nunca me soube explicar, raramente me perceberam. Esta minha alma são esteiros: parados e confusos...
adenda: era simples, mas se não foste capaz de vencer o teu orgulho, vou eu agora vencer a minha agitacão. Pelo menos, fazer um sacríficio, para ver se no final "estou de cara lavada/tenho a casa arrumada/Lembrança apagada/De uma vida quase lixada..."