Sunday, November 13, 2005

Tinha problemas de alma.



Este blog termina aqui. Muito obrigado a todos quantos por aqui passaram. Acabei de descobrir que a minha alma não serve para nada.

Se o filme não é verdadeiramente verídico? Se os jornais dizem ou não a verdade? Eu acredito na BBC. Mas ainda não tinha aberto os olhos.

Obrigado, Paul Rusesabagina. Agora percebi. Há coisas contra as quais não vale a pena lutar. Há alturas em que não há nada a fazer.

Tatiana Rusesabagina: [while watching a neighbor get beaten] Do something.
Paul Rusesabagina: Do what?
Tatiana Rusesabagina: Call someone.
Paul Rusesabagina: [after shutting the gate] There is nothing we can do.




Resta Deus, só, e tão só, Deus.


Saturday, November 12, 2005

Utilização da creatividade de outros.


I've been really tryin', baby
Tryin' to hold back this feelin' for so long

And if you feel like I feel, baby
Then come on, oh, come on
Whoo, let's get it on
Ah, babe, let's get it on
Let's love, baby
Let's get it on
, sugar
Let's get it on
Whoo-ooh-ooh

We're all sensitive people
With so much to give
Understand me, sugar
Since we got to be
Let's live
I love you


There's nothin' wrong
With me lovin' you
Baby, no, no
And givin' yourself to me can never be wrong
If the love is true
Oh, babe, ooh, ooh


Don't you know
How sweet and wonderful life can be?
Whoo-ooh
I'm askin' you, baby
To get it on with me
Ooh, ooh, ooh

I ain't gonna worry, I ain't gonna push
Won't push you, baby
So come on, come on, come on, come on, come on, baby
Stop beatin' 'round the bush, hey

Let's get it on, ooh, ooh
Let's get it on

You know what I'm talkin' 'bout
Come on, baby, hey, hey
Let your love come out
If you believe in love
Let's get it on, ooh, ooh
Let's get it on, baby

This minute, oh yeah
Let's get it on
Please, please, get it on
Hey, hey

I know you know
What I've been dreamin' of
Don't you, baby?
My whole body is in love
Whoo

I ain't gonna worry, no, I ain't gonna push
I won't push you, baby, whoo
Come on, come on, come on, come on, come on, darlin'
Stop beatin' 'round the bush, hey

Gonna get it on
Beggin' you, baby, I want to get it on
You don't have to worry that it's wrong
If the spirit moves you, let me groove you good

Let your love come down
Oh, get it on, come on, baby

Do you know I mean it?
I've been sanctified

Hey, hey
Girl, you give me good feelings, so good

Nothin' wrong with love
If you want to love me
Just let yourself go
Oh, baby
Let's get it on


==
Bem, a foto pelo menos é da minha autoria. Será que se ganham créditos pelo nosso próprio oportunismo?


Adenda: O frio traz noites com estrelas mais brilhantes. Creio que também elas querem contribuir para nos aquecer. Veremos hoje, no meio do gelo, em água a temperaturas corporais :)


Friday, November 11, 2005

Diário de uma pessoa sem crédito

Genf, 10 de Novembro 2005.

18h30m: Pedir dinheiro emprestado. Amigos mais próximos, Zé e Tiago, a inscreverem-nos para o próximo curso de ski. Dirigo-me á permanence, pedincho com o Tiago: Ele manda-me ir buscar a mochila ao carro. Vou. Regresso. A carteira não está com ele. Pedir ao Zé. Ele dá-me o dinheiro que tem, 60 chifos, eu aceito-o como dei ontem 600 Euros para as mãos do Miguel. O crédito entre amigos não tem limite.
18h35m: Dirigo-me ao veículo. Já com a minha 'carte neige'. A partir de hoje, estou habilitado a subir ao topo e descer velozmente.
18h45m: Route de Meyrin. Trânsito sereno. A gasolina consome-se á mesma velocidade que o meu crédito. Tudo se consome nesta porra desta vida. Pior: Não posso fazer um refill. Não tenho crédito na carteira, e as estúpidas das máquinas das bombas de gasolina na Confederacão Helvética não aceitam cartão. E não há guichet com a senhora simpática que se expõe a tiros de caćadeira. Creio que aqui de resto não há caća com caćadeiras: Perder-se-ia muito crédito social. E aqui, o crédito importa. Há uns cartõezinhos que definem se somos bons cidadãos ou não. Se o crédito estiver muito negativo, perdem-se direitos. É a vida dos créditos e débitos.
18h50m: Entrada exacta no parque da Gare de Cornavin. Procura de um lugar de estacionamento. É me dado um crédito de tempo para manter o meu carro abrigado das intempéries, que poderei pagar dali a pouco.
18h55m: A senhora tenta-me impedir de entrar na loja de chás e bules: "- Il faut 5 min seule, monsieur! - C'est vite... je cherche un bule pour un ami" Procura rápida: Não gosto de perder tempo em compras, e já sabia ao que vinha: O Miguel tinha-me dito para ser azul, e com um limite de 50 chifos. Escolho um de 53.50 chifos. Perder tempo em compras equivale a perder crédito no nosso tempo. O crédito que se esgota e não regressa nunca. Como todos os créditos: Têm de ser pagos mais cedo ou mais tarde, e o do tempo é o que estamos a gastar desde que nascemos. Desde que somos concebidos, melhor dizendo. Na minha opinião.
18h59m: "- Ont accepte pas la cart d'crédite a cette heure. - Pas de problem, je payerai comptant.". De qualquer modo, não tinha dinheiro no cartão. Por isso fui pedir crédito ao Zé ou ao Tiago. Pago. 55 chifos, para facilitar a conta. A senhora devolve-me 5.5 chifos.


Quanto vale o crédito humano? Quanto valem palavras doces? Quanto vale a gratidão? Quanto vale a correcćão? Ontem, valeu 4 moedas de 1 franco suico. "- Madame, c'est incorrect: Vous m'avez donné 5 francs, et je vous ai payé 55. - Ah! Monsieur! Merci! Vous êtes gentil! Ou est ma tête... Merci bien. Vous êtes honnête."

Saí da gare. Com um sorriso. "Vous êtes honnête." O que perdi no crédito da minha bolsa, ganhei na minha paz com Deus. Não me importei mais com o que iria perder no estacionamento: Fui até á igreja, ali ao lado. Acho que ganhei um bocadinho de crédito no respeito que ele me tem.

Felizmente, o crédito de Deus não pode ser utilizado na vida terrena. É crédito que se poupa para uma vida vindoura. E toda a gente ganhou: A senhora, eu, Deus, e o Zé, que terá um bonito bule que poderá trocar no caso de não gostar. Segundo o que me dizem, ele não irá trocar. A prenda vale não pelos créditos que tem, mas pelo que é.


A vida, ao contrário da bolsa, não é feita de créditos. Não posso usar o meu com Deus. O meu sorriso por ter feito tudo bem fica entre nós.


Adenda: A senhora do Balexert que me tentou tirar 10 Chfs não deve ter ficado de consciência tranquila. Além de não ter crédito na bolsa, ganhou a ruga de não fazer o que está certo. Não importa. Os créditos que ganhar com outros incautos pagarão a operacão. No fundo, o que é que não paga o dinheiro?

Adenda II: Fica reservada para um parágrafo do livro que terminei. Ontem. Em paz de espírito. Mais logo.


Thursday, November 10, 2005

Crédito esgotado

Sendo uma pessoa sem crédito, não me resta imaginacão, vontade, ou desejo. Limito-me a sobreviver e a utilizar o que a outros pertence.

Transformo-me num parasita. Sou parasita. Não me sinto mais digno que isso.

Ao menos, leio coisas interessantes. Sobre a nossa tragédia. Claro que os sorrisos não serão largos: A uma pessoa sem crédito, não se dá o crédito que advém de outras. Na história das tuas relacões humanas, não há delegacão: Cada um encerra-se naquilo que é. E chega. Nada mais importa.




||| Reprise: História 1
«O mais curto conto de fadas do mundo.
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
Queres casar comigo?
Ela respondeu:
Não.
E o rapaz viveu feliz para sempre, caçou, foi à pesca, teve sempre tempo para ver os jogos na Sport TV, bebeu a cerveja que aguentou, e voltou para casa sempre à hora que lhe apeteceu. Fim.»




||| Reprise: História 2 (a versão Rititi)
«O mais curto conto de fadas do mundo.
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
Queres casar comigo?
Ela respondeu:
Não.
E a rapariga viveu feliz para sempre, pegada ao vibrador, sem marcar a hora para a depilação, e sem ter de aturar a sogra, a bola, os ciúmes, os jantares com os colegas do gajo, os boxers espalhados pelo quarto, os pêlos na banheira. Fim.»




||| Reprise: História 3 (a versão CobreCanela)
«O mais curto conto de fadas do mundo.
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
– Queres casar comigo?
Ela respondeu:
– Não.
E ambos viveram felizes para sempre, cada um no seu espaço próprio e com direito à sua individualidade, sem necessidade de grandes concessões, encontrando-se de vez em quando para umas valentes quecas, umas boas conversas e tudo o mais que lhes apetecesse, sem quaisquer sentimentos de posse e por isso mesmo sempre tudo vivido intensa e apaixonadamente, como se cada vez fosse a última. Fim.»





||| Reprise: História 4 (a versão do Rui M.C. B.)
«A mais curta tragédia do mundo.
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
– Queres casar comigo?
Ela riu. Fim.»




||| Reprise: História 5 (a versão José Flávio)
O curto conto de fadas no mundo.
Era uma vez um homem que perguntou a uma mulher:
- Quero casar aquela?
Ela respondeu:
- Aquela? Não. É magra. Aquela outra é melhor.
Ele respondeu:
- Tá bem.
Ela disse:
- He!, anda casar meu marido.
Daí estes, e ainda mais outras, viveram. Ele de ela em ela enquanto
sim. Depois não. Fim.»




||| Reprise: História 6 (a versão do Francisco Curate)
«A mais curta tragédia do mundo.
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
– Queres casar comigo?
Ela respondeu:
– Sim.
E no dia do casamento ele surpreendeu-a, entre flores esconsas e mesas derrubadas, a pinar com o seu melhor amigo. Fim.»




||| Reprise: História 7 (as versões Bombyx Mori)
«As mais velhas histórias (sem história) do mundo.
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
– Queres casar comigo?
Ela respondeu:
– Sim.
– Estás sem sorte nenhuma. Já sou casado. Fim.

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
– Queres casar comigo?
Ela respondeu:
– Sim.
Ele limitou-se a encolher os ombros. Fim.

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
– Queres casar comigo?
Ela respondeu:
– Sim.
Ele pediu-lhe desculpa e foi à vida. Fim.» /p>




||| Reprise: História 8 (a versão Contra-Indicado)
«O mais curto conto de fadas do mundo.
Era uma vez um rapaz que não perguntou nada a uma rapariga.
E viveram felizes para sempre. Fim







(Porque a minha vida é também ela uma tragédia). No final, vou olhar para trás e ver apenas débitos dos créditos que me foram tirados (não sei se de mim, se por mim).

Felizmente, coloquei algum dinheiro em fundos. Dizem que há risco, mas a posicão integrada do meu amor já não se limita a um mero saldo contabilístico. Felizmente.


Tuesday, November 08, 2005

Créditos.

Cem anos de solidão: "Intrigado com esse enigma, esgravatou tão profundamente nos sentimentos dela que, à procura do interesse, encontrou o amor, porque a tentar que ela o amasse acabou por amá-la."

5 minutos de ilusão... 'I wonder how/ I wonder why/ Yesterday you told me 'bout the blue blue sky/ And all that I can see is just a yellow lemon-tree'

Yes. Pop British Band. I mostly need Britain back into my soul.

Angie, angie, when will those clouds all disappear?
Angie, angie, where will it lead us from here?
With no loving in our souls and no money in our coats
You can’t say we’re satisfied
But angie, angie, you can’t say we never tried
Angie, you’re beautiful, but ain’t it time we said good-bye?
Angie, I still love you, remember all those nights we cried?
All the dreams we held so close seemed to all go up in smoke
Let me whisper in your ear:
Angie, angie, where will it lead us from here?
Oh, angie, don’t you weep, all your kisses still taste sweet
I hate that sadness in your eyes
But angie, angie, ain’t it time we said good-bye?
With no loving in our souls and no money in our coats
You can’t say we’re satisfied
But angie, I still love you, baby
Ev’rywhere I look I see your eyes
There ain’t a woman that comes close to you
Come on baby, dry your eyes
But angie, angie, ain’t it good to be alive?
Angie, angie, they can’t say we never tried



Tu sabes lá... you know nothing.



Sim, tinham razão quando diziam que o ócio é o mais mortal dos perigos. Wonderwall: é contra ela que me esmago, de noite, enquanto sonho acordado.

Fool's Garden

I'm sitting here in the boring room
It's just another rainy Sunday afternoon
I'm wasting my time
I got nothing to do
I'm hanging around
I'm waiting for you
But nothing ever happens and I wonder

I'm driving around in my car
I'm driving too fast
I'm driving too far
I'd like to change my point of view
I feel so lonely
I'm waiting for you
But nothing ever happens and I wonder

I wonder how
I wonder why
Yesterday you told me 'bout the blue blue sky
And all that I can see is just a yellow lemon-tree
I'm turning my head up and down
I'm turning turning turning turning turning around
And all that I can see is just another lemon-tree

I'm sitting here
I miss the power
I'd like to go out taking a shower
But there's a heavy cloud inside my head
I feel so tired
Put myself into bed
Well, nothing ever happens and I wonder

Isolation is not good for me
Isolation I don't want to sit on the lemon-tree

I'm steppin' around in the desert of joy
Baby anyhow I'll get another toy
And everything will happen and you wonder

I wonder how
I wonder why
Yesterday you told me 'bout the blue blue sky
And all that I can see is just another lemon-tree
I'm turning my head up and down
I'm turning turning turning turning turning around
And all that I can see is just a yellow lemon-tree
And I wonder, wonder

I wonder how
I wonder why
Yesterday you told me 'bout the blue blue sky
And all that I can see, and all that I can see, and all that I can see
Is just a yellow lemon-tree

I am a passenger

I am the passenger
And I ride and I ride
I ride through the city’s backside
I see the stars come out of the sky
Yeah, they’re bright in a hollow sky
You know it looks so good tonight
I am the passenger
I stay under glass
I look through my window so bright
I see the stars come out tonight
I see the bright and hollow sky
Over the city’s a rip in the sky
And everything looks good tonight
Singin’ la la la la la-la-la la
La la la la la-la-la la
La la la la la-la-la la la-la
Get into the car
We’ll be the passenger
We’ll ride through the city tonight
See the city’s ripped insides
We’ll see the bright and hollow sky
We’ll see the stars that shine so bright
The sky was made for us tonight
Oh the passenger
How how he rides
Oh the passenger
He rides and he rides
He looks through his window
What does he see?
He sees the bright and hollow sky
He see the stars come out tonight
He sees the city’s ripped backsides
He sees the winding ocean drive
And everything was made for you and me
All of it was made for you and me
’cause it just belongs to you and me
So let’s take a ride and see what’s mine
Singing...
Oh, the passenger
He rides and he rides
He sees things from under glass
He looks through his window’s eye
He sees the things he knows are his
He sees the bright and hollow sky
He sees the city asleep at night
He sees the stars are out tonight
And all of it is yours and mine
And all of it is yours and mine
Oh, let’s ride and ride and ride and ride...
Singing...


Monday, November 07, 2005

Shadows

Shadows grow so long before my eyes
And they're moving across the page
Suddenly the day turns into night
Far away from the city but don't hesitate
'Cause your love just won't wait hey




Moon appears to shine and light the sky
With the help of some fireflies
I wonder how they have the power shine shine shine
I can see them under the pines

I can see the sunset in your eyes
Brown and grey and blue besides
Clouds are stalking islands in the sun
Wish I could dry one out of season

Wanna tell you I love your way uuhh
Wanna be with you night and day


Que onda, querido chingon! :) Yep, let's rebuild the cork :p


Sunday, November 06, 2005



Recordando Tom Cruise:

Here I go now,
Here I go into the days.

Here I go into the day.

Ain't mercy,
Ain't no mercy there for me.

Do you bury me when I'm gone?
Do you teach me while I'm here?
Just as soon as I belong,
Then it's time I disappear.

I'm pain, I'm hope, I'm suffer.

And I went on,
And I went on down that road.



Descer a montanha no meio da escuridão: Acontece porque ficamos demasiado tempo a contemplar todas as maravilhas que Ele criou. E esperamos no topo mesmo até aos últimos raios de sol, porque também eles são belos. Da experiência de hoje, o Sol é belo pelo meio da névoa, ou a brilhar de forma esplendorosa.

Contudo, mais belo que o sol, é tudo aquilo a que ele dá luz. Estatisticamente falando, das 139 fotografias, apenas 7 foram ao Sol. E todas de quando ele se deitou no horizonte.

Depois de ele se deitar, perdemos a embriaguez. E descobrimos que ainda faltavam dois vales, que percorremos com o lusco-fusco, e uma descida, que concretizamos com duas quedas e sem a luz das estrelas: Uma qualquer encosta tapava a lua.




É tempo de dióspiros, e ainda não comi nenhum.

(Update: Acabo de comer um dióspiro ao almoco. Tenho saudades de os comer directamente da árvore, confraternizando com os pássaros que escolhiam os melhores. E de ter de separar as larvas. Era bom, mas não tão bom.)










Disclaimer: Um dia hei-de tentar compreender como te apaixonaste, e talvez ames alguém tão básico... Para já, apenas me indigno. Tornaste o meu coração indigno, uso-o para me indignar. Talvez um dia mais tarde me tentes explicar, e eu perceba. Como te contenta, como te dá felicidade, tão pouco... Mas um dia mais tarde. Por agora, it is time I disappear... Desta vez, respeitaste-me, vou respeitar-te. Mas sabes, não sabes? O que ardo por o esmagar, e te obrigar a apagares os meus comentários de tão subtis e incendiários perante alma tão pobre. Sim, sei que é a tua escolha: e é louvável, aconchegar espíritos assim, tão teatralmente frágeis... Mas sabes, não sabes? Que me bastava uma frase? Que o que me disseste em Julho ainda hoje é tão real? Que me basta querer? E que o vou fazer para te salvar da encenação que ele montou? E que espero o teu gesto?

Sim, sei que as palavras estão a ir longe demais... e tu também sabes que já foste longe demais: Saberás encontrar o caminho de volta? Um dia, a peça termina e o espírito teatral esvai-se com o cair do pano...


Adenda: Um dia, irei discorrer sobre as coisas boas, mas não tão boas... Exactamente como o dióspiro do almoco, tal e qual como o abacaxi que compramos mais barato que o ananás. Etimologicamente dizem que será o mesmo, mas eu sei bem a diferenca que estou a referir.