Wednesday, April 27, 2005

Um dia vais arrepender-te.

Não estou. Tinha de ser assim. Mas fico triste.


Tuesday, April 26, 2005

Boa noite...

Não serena, mas feliz: adormecer com um sorriso.

Sorriso proporcionado pela lembrança de outros sorrisos. Música aberta, com melodias fortes. Dias de sol e de chuva, mas inocentes. E a lembrança de um abraço. Do sorriso mais terno, no momento mais tenso e certo.

Pois é. Closer, e se calhar estás já tão longe...


Saturday, April 23, 2005

Saudades de... (I)

Always when we fight
I try to make you laugh
Til everything's forgotten
I know you hate that

ba ba da da ba ba ba ba (2x)

Always when we fight
I kiss you once or twice
And everything's forgotten
I know you hate that

I love you Sunday song
The week's not yet begun
And everything is quiet
And it's always...

You and me always, and forever
You and me always, and forever
ba ba ba ba da ba, it was always
You and me always..


The Wannadies


Reclames da Linic...


Friday, April 22, 2005

Momentaneous Synchronization




Crédito imagem: Damagedgoods.co.uk



Tuesday, April 19, 2005

Era uma vez uma k7

Que veio parar ás minhas mãos não sei bem como... quem quer que tenha escolhido as músicas, escolheu uma seleccão das seguintes bandas: The Housemartins, Pixies, Throwing Muses, Breeders, James, Heroes del Silencio. E acho que ainda estão para lá mais uma ou duas de que não me lembro.

No ínicio, não fazia puto de ideia sobre quem eram os interpretes de tais colossos aconchegantes. Fui descobrindo um a um. Os throwing muses descobri agora, por me lembrar da letra: "With your brigth yellow gun (...) I have nothing to offer but confusion... And I think, I need a little poison."


A ouvir essa cassete estudei para TC, uma das abominaveis disciplinas do curso. A ouvir, ininterruptamente, "Cannonball" e "Hey". Toda a massa muscular, coloquei-a em torno de Kirchoff e nós de circuito...

Na altura desconhecia sequer as letras. Hoje, repito incessantemente:


"We're cha-a-ained..."


Crédito imagem: João Lopes Cardoso - http://jalc.wolan.net



(No fundo, a esperar que a corrente não se tenha quebrado. Been trying to meet you, lately...)


Monday, April 18, 2005

Finding Forrester

Nunca percebi se Sean Connery escolhe fazer papéis excepcionais, ou se interpreta as personagens de forma fabulosa.

O que é certo é que todos os filmes em que participa são geniais.


Sunday, April 17, 2005

I believe

(When I Fall In Love It Will Be Forever)

Shattered dreams, worthless years,
Here am I encased inside a hollow shell,
Life began, then was done,
Now I stare into a cold and empty well

Stevie Wonde


That's it. Just about it: Then was done, (...) what has been must never end.


Saturday, April 16, 2005

Sadness?

Samuel Barber's Adagio for Strings amply demonstrates two principles: Some of the greatest ideas are essentially quite simple, and not everything popular is junk.

Composers like Aaron Copland, William Schuman, Roy Harris, and Ned Rorem--not all of them sympathetic to Barber's music in general--look at this work and shake their heads, wondering how he pulled it off. They fall back on phrases like "finely felt," "poetic," "nothing phoney," "a love affair." There's no real complication to the Adagio, no technique or unusual turn of harmony that holds the secret of its success. One cannot even pick one passage over another, any more than you can say one point makes the beauty of an arch. This is a masterpiece.


(From: http://www.classical.net/ Copyright © 1995 by Steve Schwartz)


Neva, a luz dentro desta casa está ténue. Incessantemente, forço-me a recordar os primeiros momentos de Platoon, sem que me decida a enfrentar o inferno.

O João costumava dizer: não posso ouvir esta música, deixa-me de rastos. A mim, não pode pôr, porque estou. Sabes quando se chega ao meio de uma montanha, a paisagem é bonita, temos de decidir ficar por ali, mas o topo ainda nos espera? "I just cannot decide. Between being happy with what I have, or with what I can get."


6m50s, 7m00s, 7m15s... e depois, só resta solidão... e o ínicio, outra vez.


Monday, April 11, 2005

Pôr do Sol

Mesmo que ande como Gineto pelas ruas, pelo menos, terei sempre o pôr-do-sol.


Se não for hoje, amanhã.


Monday, April 04, 2005

Ah! Isto é só para confirmar o que eu dizia uns minutos atrás...

When your dreams are scattered
Just like the wind blown sand
And you feel, you feel you need a friend
I’ll be there, reach out your hand

And when the tempest is raging
I want you to know got a friend that’s true
Just like a shelter, in a time of storm
I’ll see you through, that’s what I’ll do

I’ll see you through your bad times
I’ll see you through your fears
I’ll see you through your hang ups
Honey I’ll dry all your tears


The Housemartins, "I'll be your shelter

Just step outside.

Sobre os "The Housemartins", alguém escreveu: "If Liking Them Is Wrong I Don't Want To Be Right..."

Well we could stop for a conversasion
If we could think of anything to say
But you know you've got nothing to talk about
When nothing happened yesterday

(...)

What are you doing tomorrow
And the day after and the day after that


Pois bem. Se alguém ouvir estes últimos versos, cantados por Paul Heaton, só vai parar em "Light is always green". No fundo, que importam as letras? Ou a música?


And the light they always show to them is green, green, green...


Are you there? Just step outside... you made the things happen in my days...


Sunday, April 03, 2005

Non abbiate paura.

Fratelli e Sorelle! Non abbiate paura di accogliere Cristo e di accettare la sua potestà!

Aiutate il Papa e tutti quanti vogliono servire Cristo e, con la potestà di Cristo, servire l’uomo e l’umanità intera!

Non abbiate paura! Aprite, anzi, spalancate le porte a Cristo!

Alla sua salvatrice potestà aprite i confini degli Stati, i sistemi economici come quelli politici, i vasti campi di cultura, di civiltà, di sviluppo. Non abbiate paura! Cristo sa “cosa è dentro l’uomo”. Solo lui lo sa!


Depois de um dia de brasa, cansativo, desesperante, sem sombra, sem água, como numa passagem pelo deserto, chegou a brisa fresca de fim-de-tarde.

Acordei ao som de um helicóptero que chegava. Um meio de transporte terreno, vindo de um céu terreno, a fé caminhando no mundo. O sol deu lugar á noite, sempre iluminada pela presença dele. Nessa vígilia, gritaram-se vezes sem conta "Giovanni Paolo". Quem o rodeava, preocupado com a saúde, queria levá-lo, imaginava-o cansado. Com mais um movimento pródigo, ele que viveu de gestos concretos, mostrou a mão firme: "Não quero ir. Quero estar com eles.". Com todos nós, eu entre muitos.


Estes dias muito se dirá. A todos direi o que ele disse: "Palavras, ao nosso redor ressoam tantas, mas só Cristo tem palavras que resistem à erosão do tempo e duram por toda a eternidade."

Estou de luto, mas não vou ter medo. Amén.