Dont need a shrink but an exorcist

Nem sorte ao jogo,

Nem sorte ao amor.

Restam 14km e um desnível de 1163m. Uma vista de 2pi radianos. Uma ensaiada e falhada tentativa de fuga. Nem sempre as montanhas bastam...


Uma música vinda de uns tais texas explica tudo isso melhor. E para bom entendedor, basta recordar Novembro de 2004 e uma musica de supermercado... Eu pareço estúpido, a maior parte das vezes, e sou-o sempre.



Ouvindo a música, penso hoje que do meu lado esquerdo estavam 500 metros a pique. do meu lado direito 500 metros a um bocadinho menos a pique. ao longe, montanhas brancas, lagos imaculados, um pequeno aerodromo incrustado no vale. E de repente, volto a ouvir a música, e estou de novo no mesmo supermercado onde estive ontem e há mais de 2 anos. E lembro-me de um festival de curtas-metragens, e começo a pensar que a vida é como a montanha: Bela, silenciosa, e impiedosa. Felizmente há um caminho.

Hoje, não o soubemos encontrar. Também acho que ando meio perdido desde que sai do caminho.
Saboreando prosa, numa lentidão sôfrega...

...e, todavia, tenho a certeza, a Lua será sempre mais brilhante, não na Tunísia, mas onde quer que tu estejas.



(Era quem me arranjasse o vídeo de Sete Mares, dos Sétima Legião, ia direitinho para o Youtube, e direitinho vinha para este post...)

Adenda: sem vídeo, resta-nos Nina Persson... pelo menos, um sorriso bonito.